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Promotor quer proibir Doria de fazer seu símbolo com a mão

Promotor quer proibir Doria de fazer seu símbolo com a mão

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O Ministério Público paulista entrou com ação contra o prefeito João Doria (PSDB) para impedir o uso do slogan "Acelera SP" e de fazer com as mãos o símbolo que corresponde à marca. A Promotoria pede a proibição até de memes de internet que citem a marca. 

Para o promotor do Patrimônio Publico e Social Nelson Luís Sampaio de Andrade, Doria comete ilegalidade ao usar em publicidade oficial da gestão o slogan que serve para promoção pessoal. 

O promotor lembra que, quando candidato em 2016, "Acelera SP" foi o nome da coligação do tucano.  "[Doria] utilizava, durante a campanha eleitoral a hastag #acelerasp e um símbolo com as mãos que, como é sabido, tornou-se sua marca registrada, que utilizou durante todo o período de sua campanha", escreveu Andrade na ação.

O símbolo ao que o promotor se refere, que ficou conhecido como "acelera", é a letra V na horizontal, com os dedos indicador e médio. 
Para o promotor, o uso do símbolo em fotos, banners e meios de comunicação traz benefício a Doria, inclusive do ponto de vista financeiro, ao promover sua marca pessoal. Por isso, pede à Justiça multa de R$ 50 mil se Doria fizer uso do slogan e do símbolo.

Segundo a Promotoria, a proibição deve abranger "toda e qualquer forma de divulgação (outdoors, placas, camisetas, bonés, adesivos, publicações, folders, 'memes' etc) por rádio, TV, internet, redes sociais (especialmente Facebook e Twitter), tanto as oficiais, quanto àquelas pessoas do prefeito (neste caso apenas em relação às divulgações relacionadas a atos de gestão do município)".  

A ação também pede a retirada, no prazo de 30 dias, de qualquer forma de divulgação do slogan, também sob ameaça de multa de R$ 50 mil. 
O promotor quer que Doria seja condenado três vezes pela prática de improbidade administrativa. Ele ainda pede uma série penalidades, que passam da perda de eventuais ganhos de patrimônio, suspensão dos direitos políticos, multa e proibição de contratar com o poder público ou receber incentivos fiscais. 

A reportagem procurou a prefeitura para se posicionar sobre o fato, mas a gestão não se manifestou até o momento.

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