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Mesmo com um a mais, Bahia não sai do zero com o Flu de Feira

Mesmo com um a mais, Bahia não sai do zero com o Flu de Feira

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O torcedor do Bahia saiu da empolgação da pré-temporada para a revolta absoluta em menos de um mês. Após o quarto jogo do ano – 0 a 0 com o Flu de Feira, neste sábado, 27, pelo Baianão – grande parte dos tricolores que foram a Pituaçu vaiou o time e pediu a saída do técnico Guto Ferreira.

Com o atrativo das estreias de reforços como Kayke e Allione, apesar de alguns reservas em campo, a expectativa era boa para o jogo. Mas logo acabou frustrada por mais uma atuação sonolenta da equipe, que soma duas derrotas, um empate e só um triunfo em 2018. Está na metade de baixo da classificação do estadual, logo atrás do Flu. Ambos têm quatro pontos.

O Bahia volta a campo na terça-feira, no Piauí, para enfrentar o Altos pela segunda rodada do Nordestão.

Boletim médico

O primeiro tempo teve mais ocorrências médicas do que futebol. O boletim foi inaugurado aos 11 minutos, quando, após choque de joelho com joelho, o lateral direito João Pedro recebeu atendimento. Ao mesmo tempo, o goleiro Anderson sentiu um incômodo muscular e também chegou a preocupar.

Aparentemente, nada tinha sido sério, porém, aos 18 minutos, João Pedro não suportou as dores no joelho direito e precisou ser substituído. O zagueiro Everson foi improvisado no setor, mas logo voltaria ao banco de reservas. É que, aos 25, ele e o meia Dinda, do Flu, se chocaram em dividida pelo alto e geraram muita preocupação.

Everson chegou a desmaiar, mas logo acordou e saiu de campo andando. Segundo o médico do Bahia, Luiz Sapucaia, o jogador estava bem, mas levaria alguns pontos devido a um corte e, por ter sofrido uma concussão, cumprirá o protocolo de ficar uma semana fora de ação.

Já Dinda apresentou quadro de convulsão e teve de ser levado de ambulância para o hospital. Chegou a ficar desacordado, mas, após o tratamento no campo, recobrou a consciência. De acordo com o departamento médico do Flu, ele passaria por exames e ficaria em observação.

Todas essas questões, além das técnicas e táticas, atrapalharam o andamento da partida, que até começou bem, com o Bahia indo à frente e assustando já no primeiro minuto. Foi quando João Pedro cruzou rasteiro e o estreante Kayke tentou de letra. Acertou a rede pelo lado do fora.

Lance isolado. Não houve mais nenhum lance de grande perigo a registrar além desse nos 45 minutos inaugurais. Já nos acréscimos, entretanto,  o volante Rogério, do Flu, foi expulso por levar o segundo amarelo, o que poderia facilitar as coisas para o Esquadrão na segunda etapa.

Mesmo sem alterações no time – afinal, já havia feito duas por obrigação – o Bahia logo se mostrou mais ofensivo. Aos três minutos, tramou sua melhor jogada até então. Allione acionou Mena, que cruzou para Kayke cabecear errado. Mas o Flu reagiu em seguida, com chutes de longe de Rodolfo, aos quatro minutos, e Deysinho aos nove. Anderson interviu com eficiência.

Aos 11, o técnico Guto Ferreira deu sua última cartada, ao trocar o meia Vinicius pelo atacante Elber. Não surtiu grande efeito. Moroso, o Bahia até conseguiu criar, mas muito pouco, e sem convicção. Aos 16, Kayke recebeu de Zé Rafael em boa condição, dentro da área, mas chutou torto. 

Depois, começaram a imperar as vaias e até um precoce pedido para o treinador ser demitido: “Adeus, Guto!”. Assim, o time só voltou a ameaçar aos 40 minutos, quando Allione deu belo passe para Zé Rafael. Porém, ele perdeu a dividida com o goleiro Deola. Já nos acréscimos, Elber pegou uma sobra após cobrança de escanteio e chutou por cima. Gregore ainda foi expulso pouco depois para finalizar os acontecimentos da partida.
(Atarde)

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