Catalunha fecha urnas em meio à violência; Espanha chama referendo de 'encenação' - Mg Noticias.net

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Catalunha fecha urnas em meio à violência; Espanha chama referendo de 'encenação'

Catalunha fecha urnas em meio à violência; Espanha chama referendo de 'encenação'

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A Catalunha encerrou por volta das 20h do horário local (15h em Brasília) o referendo sobre a independência da região, que fica na Espanha. A consulta foi marcad apela repressão policial, que deixou 366 seções interditadas, pelo menos 465 pessoas feridas 771 solicitações de assistência emergencial. A Polícia Nacional e a Guarda Civil interferiram em diversos colégios em toda região para recolher urnas e cédulas para impedir a realização do referendo. Em alguns pontos de votação, a polícia desferiu balas de borracha contra manifestantes favoráveis à separação. De acordo com o Valor Econômico, o porta-voz do governo regional catalão, Jordi Turull, o governo espanhol deverá responder nas cortes internacionais pela violência utilizada. O presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, disse que direitos fundamentais foram vulnerados com a realização do referendo e que a maioria do povo catalão não quis participar do processo. "Hoje não houve referendo de autodeterminação na Catalunha. Nosso Estado de Direito mantém sua vigência. (...) Não assistimos a nenhum tipo de consulta, mas uma mera encenação. Vimos comportamentos que repugnam qualquer democrata: doutrinamento de crianças, assédio a juízes e jornalistas. Os responsáveis por esses atos, pelos que aconteceram hoje e pelos que nos trouxeram até aqui, são o que promoveram a ruptura da legalidade e da convivência", declarou o presidente, acrescentando que não há culpados. De acordo com O Globo, por outro lado, o Tribunal Superior da Catalunha disse que os tribunais da região receberam várias queixas contra a polícia local, conhecida como 'Mossos d'Esquadra', por não ter fechado as seções de votação - havia uma ordem judicial que proibia a realização do referendo. As organizações representativas das forças de segurança do Estado anunciaram neste domingo que tomarão providências legais contra o chefe dos Mossos, Josep Lluis Trapero. 

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