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Apps ajudam autistas a conversar e criam rede de apoio para doenças

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A tecnologia pode ser uma grande aliada para quem tem alguma dificuldade de comunicação. É o caso do aplicativo ChatTEA, que surgiu após pais de uma criança com síndrome do X frágil se unirem a desenvolvedores para lançar aplicativos voltados para pessoas com autismo. De acordo com a Folha de S. Paulo, a ferramenta se baseia em programas como o WhatsApp e pretende facilitar a comunicação. Os uruguaios Daniela Sniadower e Gerardo Wisosky descobriram que o filho Ilan, 22, possuía a síndrome quando o menino tinha três anos. A síndrome do X frágil é uma doença genética e hereditária que pode levar ao autismo e causa atraso no desenvolvimento intelectual e comportamental, além de alterações físicas e dificuldades na fala. Daniela conta que após o diagnóstico foi necessário adaptar livros e a rotina da criança. "Percebi que precisava baixar os estímulos, porque esses programas apresentam informações demais. Começamos desenvolvendo um método de comunicação com apoio visual, usando pictogramas". No app, perguntas como "tudo bem?" geram apenas três opções de resposta: um rosto feliz, um neutro e um triste. Dependendo do perfil da pessoa, o programa oferece opções de início de diálogos, situações e temas que poderão ser abordados. "Quando você antecipa esses detalhes, está reduzindo a possibilidade de medo e stress", diz Daniela. Engenheira, ela abandonou a carreira para cuidar do filho e fez uma pós-graduação sobre as necessidades de pessoas autistas. Daniela se dedica há quase 20 anos a aprender técnicas de ensino para jovens com TEA (Transtorno do Espectro Autista). Outro aplicativo, este em desenvolvimento, visa por meio de imagens e infográficos que pessoas com TEA preparem alguns pratos simples sozinhas. Os aplicativos estão disponíveis para download em Android. Para iOS, é necessário enviar um e-mail solicitando acesso (info@apdif.com).

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