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Pechincha e vídeos de animação estão entre ações de lojas virtuais

Pechincha e vídeos de animação estão entre ações de lojas virtuais

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O número de lojas virtuais cresceu 9,23% em 2016, segundo a pesquisa Perfil do e-commerce brasileiro, feita recentemente pela Big Data Corp. sob encomenda do site de pagamentos Pay Pal. Para aproveitar essa onda, pequenas e médias empresas estão inovando na atuação online, com ferramentas que vão de sites de pechincha, criação de anúncios online e vídeos de animação institucionais.

Um dos pontos altos do novo marketing digital é o aproveitamento comercial de publicidade voluntária feita pelos usuários nas redes sociais. Estima-se que o post de um internauta sobre um produto pode impactar até sete vezes mais do que a publicidade.

A administradora de empresas Deborah Folloni, fundadora da Chili GumVídeos, por exemplo, percebeu há seis que havia espaço no mercado para oferecer aos pequenos empresários vídeos baratos, feitos a partir de templates. "Tive a ideia ao assistir a um comercial da Magazine Luiza", disse Deborah, destacando que até então esse era um recurso disponível apenas para empreendimentos que podem pagar por uma grande produção.

Deborah acrescenta que os vídeos aumentam a visibilidade das empresas, pois, além de possibilitarem que a propaganda apareça na primeira página do Google, após a busca, também permitem que a empresa seja encontrada no YouTube, o segundo principal mecanismo de buscas da web.

Redes sociais

Para alguns empreendedores, o contato com a internet ainda está começando. Vinte e um anos depois de inaugurado, o Curso Visão deixa de lado os panfletos que distribuía na rua como estratégia de captar a atenção de jovens que almejam ingressar no Colégio Militar de Salvador.

"Tínhamos um site feito por amigos, mas agora estamos preparando um profissional que vai permitir mais interação, pois vemos que o nosso público-alvo está nas redes sociais", afirma Daisy Princhak, sócia do colégio.

Em busca de negócios que, como esse, ainda estão à margem das possibilidades de venda online, a produtora baiana Ana Clara Oliveira criou a agência digital Harpia Multimídia, que oferece aos clientes pacotes incluindo criação e redefinição da marca, hospedagem do site e uma quantidade negociável de posts na página do Facebook.

Na outra ponta, há empresas que se especializaram em "stalkear" (em inglês, vigiar) os internautas para aumentar as vendas de seus clientes. "Uma indicação espontânea de um produto por um consumidor em uma rede social tem um impacto sete vezes maior do que uma publicidade", avalia Natalie Kuperchmit, gerente de marketing da SocialBuy.

A empresa, criada em 2015, tem duas linhas de ação: o uso de posts dos usuários nas páginas dos produtos/serviços elogiados, através das hashtags (etiquetas), e o link de fotos postadas no Instagram para a página desses produtos.

Depois de terminar um MBA na Fundação Getúlio Vargas, o russo Viacheslav Yakovlev (ou somente Slava) tornou-se CEO no Brasil da Promonavi, empresa que atua em outros seis países e que ajuda pequenas empresas a fazerem anúncios no sistema AdWords do Google. "A maioria dos pequenos empreendedores não tem conhecimento técnico de como fazer esses anúncios, do uso das palavras-chave. Fazemos isso com baixo custo", diz Slava.

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